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08/02/2012 - 08h35

Polícia espera DNA, mas pistas incriminam comerciante

Rapaz de 22 teria confessado ao pai que matou garota de 25 anos
Foto: Divulgação
Corpo da garota (dest.) foi encontrado em forno; DHPP aguarda exame de DNA

Da Redação 

Em 15 dias, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa espera receber o resultado de exame de DNA para confirmar se a pessoa que foi morta e queimada num forno de pizzaria é mesmo a estudante jovem Katsue Stefane dos Santos Vieira, de 25 anos.

Esse é o prazo estipulado pelo Laboratório Forense de Mato Grosso. O material da mãe da jovem, Maria Eunice Vieira, foi colhido na segunda-feira (6) para confrontar com o sangue colhido ao redor do forno, na Pizzaria Fornalha, no bairro Barbado, na Capital.

O delegado Silas Caldeira, titular da DHPP, admitiu que o material colhido tenha sido prejudicado devido à água jogada no local para apagar o forno.

Mas, ele acredita que, mesmo assim, será possível fazer o exame, uma vez que os fragmentos de ossos retirados do forno não servem para a realização do trabalho.

O delegado lembrou que, na tarde de segunda-feira, a mãe da jovem reconheceu a pulseira e a tornozeleira apreendidas no local como sendo da filha.

A mãe disse aos policiais que a filha trabalhava como ajudante de cozinha e não entende a insistência com que ela vem sendo tratada como garota de programa.

A casa noturna, onde ela foi vista pela última vez, no bairro Concil, informou que ela não era funcionária da casa.

O delegado acrescentou que a próxima etapa será a prisão do jovem Weber Melques Venandes de Oliveira, 22, que está com a prisão temporária decretada por 30 dias e é considerado foragido da Justiça.

Ele confessou ao próprio pai o crime e fugiu, após isso. Uma das suspeitas é que ele esteja escondido em Minas Gerais, onde tem familiares.

Katsue teria sido assassinada por volta das 4 horas da madrugada da última sexta-feira (3), dentro do prédio onde funciona a Pizzaria Fornalha, no bairro Barbado.

Foi nesse horário que vizinhos ouviram vários gritos. Eles acionaram a Polícia Militar, que esteve no local, mas nada foi encontrado. Os PMs teriam batido na porta, mas com o silêncio, acreditavam não haver nada de anormal.

Segundo policiais da DHPP, a jovem teria sido executada nesse horário. O delegado Silas Caldeira, titular da DHPP, destacou que somente o próprio Weber é que poderá esclarecer o que houve dentro da pizzaria e que terminou com a morte da jovem.

Ao pai, Weber teria dito que havia matado uma mulher na pizzaria, para justificar a roupa suja de sangue, ao chegar em casa, na manhã de sexta-feira.

Weber teria confessado que matou e esquartejou uma mulher. Não satisfeito, jogou os pedaços do cadáver dentro do forno da pizzaria.

Conforme as investigações, entre meia-noite e 6 horas, não existia lenha suficiente para queimar no forno, mas, no final da manhã, ainda havia fogo.

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Fonte: Midia News   |  Edição: Vinícius Botta COMENTAR ESTA MATÉRIA
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