| COTIDIANO |
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| 06/02/2012 - 10h53 |
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Fragmento de osso é insuficiente para exame de DNA |
| Suspeitas remetem a uma garota de programa; comerciante é procurado pela Polícia
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Da Redação
Os fragmentos de ossos encontrados dentro do forno da Pizzaria Fornalha, no bairro Barbados, em Cuiabá, na manhã de sexta-feira (3), são insuficientes para a realização de exame de DNA.
A Polícia Civil busca meios para confirmar a identidade, mas as suspeitas - conforme MidiaNews antecipou no sábado (4) - remetem para a jovem Katsue Stefane Vieira, 25 anos, supostamente uma garota de programa.
Segundo policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), pela quantidade de ossos encontrados, não é possível saber o que poderá ser analisado.
Como os fragmentos foram carbonizados, não há como retirar material de coleta. O exame de DNA será possível somente com o sangue coletado no local.
“Pela quantidade de osso que sobrou, que foi coletado, não será possível saber a idade, nem o sexo da vítima. O laboratório forense deverá ainda verificar que tipo de exame será possível fazer”, explicou um dos policiais. da DHPP.
Para adiantar o trabalho, nos próximos dias, o delegado André Renato Gonçalves deverá colher sangue dos familiares de Katsue, que residem no bairro Dom Aquino, na Capital, para fazer o confronto.
Com isso, será possível fazer o exame e confirmar a identidade da vítima. Katsue está desaparecida desde a última quinta-feira (2), e as evidências apontam que ela foi vista entrando na pizzaria com Weber Melques Venandes de Oliveira, 22.
O comerciante, conforme a Polícia informou, confessou ao pai ter matado a moça. Em seguida, a esquartejou e jogou pedaços do corpo no forno da pizzaria, da qual e sócio com o pai.
Limpeza
As investigações apontam que o local do crime teria sido limpo pelo próprio criminoso. Há suspeitas de que o sangue da garatota tenha espirrado na parede da pizzaria.
Além disso, a Polícia constatou que o piso estava lavado, mas havia algumas manchas de sangue, indicando que ele tenha lavado ou feito uma limpeza utilizando panos.
“As evidência de um esquartejamento são pequenas. Então, é possível, até mesmo, que a vítima tenha sido jogada inteira dentro do forno”, explicou um policial.
Para complicar a informação do esquartejamento, não foi encontrada faca ou instrumento algum que possa ter sido utilizado para o corte do corpo.
Ao chegarem no local, policiais militares depararam com o forno à lenha ainda em atividade. Por isso, acionaram o Corpo de Bombeiros para apagar as chamas e confirmar as suspeitas de que havia um corpo sendo carbonizado.
O delegado André Renato informou que todas as medidas cabíveis estão sendo tomadas para o esclarecimento do assassinato. Até agora, o pai de Weber e uma testemunha foram ouvidos.
O delegado vai solicitar a prisão temporária do suspeito, uma vez que passou o período de prisão em flagrante.
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Fonte: Midia News
| Edição: Vinícius Botta
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