Da Redação
Servidores da Procuradoria Geral do Estado (PGE) paralisaram atividade parcialmente nesta terça-feira pela negativa do governo estadual em não acatar um novo plano de carreiras e salários da categoria dos 64 servidores técnicos e agentes da instituição.
O presidente da Associação dos Servidores da Procuradoria Geral do Estado (Asproger), José Tolentino Confessor, afirma que "desde janeiro do ano passado o secretário de Administração, César Zílio, disse que todas as categorias teriam reposição salarial".
O problema, esclarece, é que após um ano de negociações, conversas, formação de grupo de estudo de carreiras do Estado, a decisão de encaminhar a proposta de lei não foi feita.
"Em janeiro deste ano não tivemos mais resposta alguma. Diante disso, temos feito reuniões e paralisações no horário do trabalho", informou Confessor.
Atualmente, cita, "a perda salarial da categoria passa de 60%, se pegar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e comparar o salário fina". A defasagem de ganho se deve porque a categoria não obteve aumento desde a criação da carreira, no ano 2000.
Tolentino disse que em abril de 2011 foi criado um grupo de estudo das carreiras do Estado. No processo, foi incluído avaliação e proposta dos técnicos e agentes da PGE. Ele diz que o secretário prometeu o plano para maio de 2011, depois passou para agosto e novembro.